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Servidores da Fasepa participam de oficina de enfrentamento ao assédio moral nas relações de trabalho

A equipe do Núcleo de Gestão de Pessoas (NGP), da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) com o apoio da Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA), promoveu nesta segunda-feira (11), em Belém, uma oficina para debater o assédio moral nas relações de trabalho no ambiente socioeducativo. Nesse primeiro momento, o encontro foi destinado aos monitores que desenvolvem suas atividades laborais nas unidades socioeducativas da Fundação, localizadas na Região Metropolitana de Belém.


A ação faz parte do Plano de Qualificação do Servidor e agrega uma série de atividades como formação continuada, treinamento e capacitação junto a todos os setores e unidades socioeducativas da Fasepa. Além disso, esta inciativa está vinculada ao Projeto Ressignificando Caminhos na Socioeducação.

 

                


A palestrante do encontro, Roberta Rios, explica que as pessoas precisam entender o conceito de assédio moral, reforçando o constrangimento que essa conduta causa no outro. “São situações repetitivas e precisam ser analisadas quais as reais intenções do assediador em causar constrangimento na pessoa que se sentiu assediada. O que não é assédio moral configura-se um problema nas relações de trabalho e precisa ser resolvido para o melhor andamento do trabalho”, disse Roberta.

 

                                                                   


O ciclo de palestras termina amanhã (12), com a continuidade da temática aos novos participantes. Trabalhando há mais de dez anos na socioeducação como monitor, Carlos Evandro destacou que palestra vai aprimorar o ambiente de trabalho e a relação entre os servidores que atuam na socioeducação. “Toda capacitação é boa para efetivar, melhorar cada vez mais o nosso trabalho nas unidades socioeducativas e, consequentemente, o atendimento junto aos adolescentes e seus familiares, que são nosso público-alvo”, declarou o servidor que trabalha no Centro de Internação Jovem Adulto Masculino (Cijam), localizado em Ananindeua.

 

                                                                  


A coordenadora do NGP, Paula Lins, conta que esse momento ajuda debater um tema de extrema importância dentro dos ambientes de trabalho, além de auxiliar e incentivar a denúncias de casos de assédio, que podem acontecer. “Precisamos está constantemente trabalhando tecnicamente e comportalmente essas relações e expectativas. Que esse momento possa trazer reflexões e entendimento do real conceito do tema e que possamos no dia-a-dia das relações ter o devido cuidado com o outro, para que tenhamos uma melhor compreensão dos direitos na perspectiva de uma visão profissional. Com mais ética, mais efetividade e com o bem-estar psíquico e social melhor na relação de trabalho”, destacou Paula.

 

                                                                


Texto e fotos: Alberto Passos/ Ascom Fasepa
 

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